Cursar Engenharia é o objetivo de muitos jovens que se preparam para o vestibular e querem ter uma carreira promissora. Contudo, quando eles vão pesquisar sobre essa área, descobrem que ela tem 42 categorias de atuação profissional que são bem distintas umas das outras. Para completar, essa segmentação não ocorre apenas no mercado de trabalho, mas sim já a partir do Ensino Superior. Tanto é que existem várias graduações que você pode fazer para se tornar um engenheiro. Com isso, é normal ficar em dúvida sobre quais são as melhores Engenharias.

Pensando nesse difícil dilema de decidir qual formação e profissão seguir em meio a tantas opções, nós resolvemos ajudar você. Para isso, listamos os oito campos mais relevantes desse ramo e ainda explicamos sobre os desafios da carreira nas Engenharias, as tendências de mercado e o que é preciso analisar ao escolher uma faculdade. Acompanhe!

Carreira na Engenharia

O mercado de Engenharia é um ponto-chave para o desenvolvimento e o crescimento da economia do país, pois engloba áreas vitais, como a construção civil, a produção agrícola, a geração de energia etc. Justamente por esse motivo, ele demanda que os novos profissionais invistam incessantemente na própria formação para atender não só as demandas das empresas, mas também às exigências da fiscalização que o Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea) impõe a todas as categorias profissionais.

Além disso, também aparecem como desafios da carreira de engenheiro a capacidade de empreender e atender nichos comerciais, estar atento ao lançamento de materiais e equipamentos alternativos aos que são utilizados nas indústrias e o aprofundamento no conhecimento legal da profissão — já que a legislação que rege licitações e contratos de obras é parte frequente do trabalho.

Tendências do mercado de trabalho

Entre as principais tendências desse mercado, duas se destacam. A primeira é a preocupação com a automação industrial que busca aperfeiçoar as linhas de produção nas fábricas, cortar despesas com insumos e mão de obra e acelerar a entrega do produto final à loja ou ao cliente. Já a segunda, por outro lado, tem a ver com as mudanças climáticas e os recursos naturais.

Afinal, com pactos globais entre nações e compromissos firmados por centenas de companhias multinacionais em nome da preservação ambiental, há uma busca constante para alcançar uma eficiência energética em todos os segmentos das melhores Engenharias. Com isso, é possível proporcionar menos impactos nocivos à natureza, promover a utilização de insumos sustentáveis e o reflorestamento de zonas comprometidas por descarte incorreto de dejetos.

Melhores Engenharias

Agora que você conhece mais a respeito das tendências do mercado de trabalho para os engenheiros e dos desafios de quem deseja seguir essa carreira, nós vamos falar sobre quais são as oito melhores Engenharias. Afinal, como dissemos logo no início do post, existem nada mais, nada menos, do que 42 segmentos dentro dessa área.

Para chegar a esse resultado, levamos em conta duas sondagens ao nível nacional. A primeira é o Mapa Estratégico da Indústria 2018-2022, realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Nesse estudo, o órgão ressalta setores (saneamento, construção, infraestrutura das cidades etc.) que terão mais investimentos públicos e privados durante esses quatro anos.

Além disso, ele destaca a necessidade de aumentar o número de engenheiros formados em todo o país com capacitação não só para atuar neles, mas, acima de tudo, no setor industrial. A razão disso é simples: esse campo carece de profissionais qualificados para gerir e alavancar os processos de inovação e produção em oficinas, fábricas, usinas etc.

A segunda, por sua vez, é o Censo da Educação Superior, formulado pelo Inep, órgão gerido pela pasta do Ministério da Educação. Conforme os dados do levantamento de 2017, oito cursos se destacaram entre as Engenharias e tiveram, juntos, cerca de 785.407 ingressantes, o que representa 12,02% de todas as matrículas feitas no país nesse ano (6.529.681).

Por essa razão, você vai conhecer um pouco mais de cada um desses segmentos, ficar por dentro de como é a graduação neles, quanto ganha o profissional formado e onde ele pode atuar. Veja!

Engenharia Civil

A Engenharia Civil é um campo de atuação com forte presença no mercado. Isso porque ela comanda diversas etapas do planejamento e desenvolvimento — da estrutura, das instalações, da fundação, da drenagem e afins — de toda e qualquer propriedade imobiliária, seja ela para fins residenciais, seja para fins comerciais. 

Além disso, é ela que faz o acompanhamento das obras, da utilização dos materiais e recursos financeiros e das solicitações de licenciamento para construções em zonas urbanas e rurais.

Onde o profissional trabalha?

O engenheiro civil atua principalmente em construtoras, embora ele frequentemente integre empresas que lidam com complexos industriais, comerciais e de entretenimento. Nesses locais, ele cuida da construção e do gerenciamento de novas obras. Além disso, também é possível encontrá-lo em órgãos públicos estaduais e federais, realizando projetos de construção, reparo e expansão de portos, aeroportos, ferrovias, estradas e afins.

Quanto ganha quem atua na área?

Quem opta pelo segmento da construção civil encontra ordenados em torno de R$ 7.775,33 para semanas com 41 horas de trabalho, conforme pesquisa do portal Salário. Vale ressaltar que esse é o campo identificado com mais oferta de vagas em todo território nacional. Para completar, também é o que dispõe de maiores rendimentos para profissionais em cargo de gestão: R$ 15.967,69.

Como é o curso de Engenharia Civil?

O curso de Engenharia Civil dura o equivalente a 10 semestres. Durante a faculdade, você estuda muitos conceitos físicos, matemáticos e químicos em disciplinas como Gestão de Obras e Orçamentos, Física Geral e Experimental e Estatística. Vale comentar que antes de concluir a graduação é preciso realizar um estágio supervisionado que o permitirá ganhar experiência e aplicar o aprendizado obtido em projetos reais dentro do mercado.

Engenharia Química

A Engenharia Química é um ramo voltado para a transformação de matérias-primas em elementos de manufatura que são aproveitados pelas grandes fábricas para a produção de alimentos, medicamentos e outros produtos variados, sendo indispensável no nosso dia a dia. Vale comentar que ela também realiza extração e purificação de insumos, além de promover a extração e separação de dejetos e poluentes descartados.

Onde o profissional trabalha?

O engenheiro químico trabalha no ramo industrial, especialmente quando se trata dos setores petroquímico, alimentício, farmacológico e de celulose. Contudo, ele não fica apenas na área de produção. Também é comum encontrá-lo em departamentos de pesquisa e inovação, em contenção de riscos bioquímicos e na logística de armazenamento e transporte de produtos processados etc.

Quanto ganha quem atua na área?

De acordo com sondagem do portal Salário, um profissional desse segmento no Brasil ganha, em média, R$ 7.890,90 para uma rotina semanal de trabalho de 41 horas, o que é equivalente a quase oito salários mínimos — tendo como base o valor de 2019 que é de R$ 998,00. Além disso, engenheiros químicos com cerca de seis anos de carreira alcançam um retorno financeiro superior a essa remuneração em 37,56%, ganhando por mês R$ 12.638,68.

Como é o curso de Engenharia Química?

O curso de Engenharia Química tem uma densa formação físico-química ao longo durante os 5 anos que você passa na faculdade. Tanto é que a matriz curricular traz disciplinas como Química Analítica, Termodinâmica e Simulação de Processos. O estágio, por sua vez, funciona como um excelente complemento do seu aprendizado e é realizado nos últimos semestres da graduação.

Engenharia Elétrica

A Engenharia Elétrica é a categoria entre as melhores Engenharias que se dedica ao estudo e à aplicação da geração, da transmissão, da conservação e do fornecimento de energia. Além disso, ela pesquisa como expandir as instalações de telecomunicações, como elaborar equipamentos mais eficientes para a metrologia e como reduzir impactos ambientais provocados por usinas.

Onde o profissional trabalha?

O engenheiro eletricista tem um campo vasto para atuar. Ele pode prestar serviços, por exemplo, para construtoras, companhias de automação, redes de fornecimento energético, empresas de telecomunicações, indústrias, usinas, companhias de tecnologia e muito mais.

Quanto ganha quem atua na área?

Os dados do portal Salário apontam que esse profissional tem a faixa salarial ao redor do país em torno de R$ 8.303,69 para ciclos de trabalho de 41 horas semanais. Para completar, um engenheiro eletricista em cargo de gestão dentro de empresas grandes ou no setor industrial, por exemplo, chega a receber quase o dobro pelos serviços prestados no início da carreira: R$ 14.029,18.

Como é o curso de Engenharia Elétrica?

O curso de Engenharia Elétrica é completado em 10 semestres e tem um matriz curricular rica em matérias que trabalham princípios da matemática e da física. Entre elas, podemos citar a de Medidas Elétricas, a de Eletromagnetismo e a de Cálculo Numérico. A partir do nono semestre, os alunos ingressam no estágio supervisionado, realizando uma etapa essencial na formação deles.

Engenharia Mecânica

A Engenharia Mecânica é a responsável por conceber, monitorar e realizar manutenção ou reparo nos equipamentos mecânicos presentes nas instalações de fábricas, usinas, indústrias, barragens etc. Mas não só isso, pois ela realiza experimentações nos sistemas de produção elabora orçamentos para novas aquisições de peças para o maquinário e fiscaliza o uso desses produtos.

Onde o profissional trabalha?

O engenheiro químico encontra uma boa oferta de empregos na indústria, acima de tudo, nos setores metalúrgico, siderúrgico, petroquímico e automobilístico.

Quanto ganha quem atua na área?

Conforme levantamento do portal Salário, o engenheiro mecânico que trabalha 42 horas semanais tem uma remuneração média no valor de R$ 8.225,64. Por outro lado, aqueles que atingem o patamar de engenheiro sênior dentro das empresas recebem um salário de R$ 13.960,92.

Como é o curso de Engenharia Mecânica?

No decorrer dos cinco anos do curso de Engenharia Mecânica, os estudantes fazem um estágio supervisionado e estudam disciplinas com forte influência dos processos físicos e químicos em em materiais industriais. Três exemplos disso são a de Mecânica dos Fluidos, a de Ciência dos Materiais e a de Tratamentos Térmicos.

Engenharia de Produção

A Engenharia de Produção é o segmento voltado para o acompanhamento das linhas de produção das indústrias, assegurando não só correto andamento delas, mas também garantindo a otimização dos recursos, a contenção de desperdícios e a otimização do uso de equipamentos e materiais. Não é à toa que ela é tão importante para as empresas que investem ou querem investir em fabricação própria de produtos.

Onde o profissional trabalha?

O engenheiro de produção atua em indústrias dos mais diversos setores (desde o varejo até o petrolífero) realizando atividades ligadas ao gerenciamento de processos, pesquisa operacional de sistemas, controle de cadeia de suprimentos, transporte e distribuição local, regional e nacional, fiscalização dos padrões de qualidades, etapas do processamento ecoeficiente, monitoramento do desempenho de equipes e por aí vai.

Quanto ganha quem atua na área?

Segundo a amostra do portal Salário, o profissional que atua no ramo da Engenharia de produção tira por volta de R$ 8.114,89 quando trabalha 43 horas por semana. Já em cargos sênior em comando de equipes dentro das indústrias ele alcança uma faixa de ganhos de R$ 10.608,12.

Como é o curso de Engenharia de Produção?

O curso de Engenharia de Produção conta com 10 semestres de duração. A matriz curricular dele traz matérias com um grande teor matemático e lógico aplicado à cadeia de produção das indústrias, como Geometria Analítica e Álgebra Linear, Controle Estatístico da Qualidade e Logística. Próximo da conclusão, também há um estágio supervisionado que você e os demais estudantes devem realizar.

Engenharia Ambiental e Sanitária

A Engenharia Ambiental e Sanitária, como o próprio nome sugere, é voltada para o estudo, monitoramento e controle dos impactos ambientais e da degradação dos recursos naturais. Além disso, ela trabalha com o gerenciamento de resíduos, do esgotamento sanitário e dos processos de tratamento de água que atendem as cidades de todo o Brasil. É um campo crucial para o correto desenvolvimento dos municípios e a exploração de novas energias renováveis e sustentáveis.

Onde o profissional trabalha?

O engenheiro ambiental pode atuar em diversos locais. Por exemplo, em companhias de água e esgoto, empresas de controle dos recursos hídricos e construtoras. Já quem planeja fazer concurso público, por outro lado, tem a oportunidade de trabalhar em autarquias de fiscalização federais e em pastas de licenciamento ambiental de prefeituras e governos estaduais.

Quanto ganha quem atua na área?

Conforme verificação do portal Salário, o profissional que dedica a carreira à Engenharia ambiental e sanitária tem o vencimento mensal em cerca de R$ 6.377,03 para 41 horas de trabalho por semana. É um cargo que tem crescido muito, principalmente em grandes empresas com atuação regional ou nacional. Nesses locais, ele pode chegar a ganhar R$ 11.733,15.

Como é o curso de Engenharia Ambiental e Sanitária?

O curso de Engenharia Ambiental e Sanitária tem, ao todo, 10 semestres de duração. É uma graduação com muitos conteúdos relacionados à química, à microbiologia e à geologia, como Controle de Poluição do Solo, Hidrologia e Climatologia e Microbiologia Sanitária. Para completar a grade curricular, também há um estágio supervisionado que acontece, geralmente, por volta do quinto ano de formação.

Engenharia Agrícola

A Engenharia Agrícola é um segmento bastante ligado à agronomia, visto que o objetivo é promover o desenvolvimento do setor por meio da implementação de estruturas mais modernas, eficazes e otimizadas em propriedades rurais. Assim, melhorar os sistemas de produção de alimentos e produtos, aumentar o plantio, automatizar os procedimentos de colheita, evitar impactos ambientais ao solo e muito mais.

Onde o profissional trabalha?

O engenheiro agrônomo (como ele também é chamado) trabalha no setor agroindustrial, cobrindo toda a rede interna de atividades. É por isso que é possível encontrá-lo os campos e nas lavouras — realizando manejo do solo, irrigação e drenagem —, nas empresas de armazenamento de produtos agrícolas — dando suporte no correto transporte e conservação desses materiais — e também nas fábricas — realizando a manutenção de equipamentos e o acompanhamento do processamento de produtos agrícolas.

Quanto ganha quem atua na área?

A média salarial do engenheiro agrônomo/agrícola é R$ 7.105,68 para uma jornada de trabalho de 42 horas a cada sete dias, de acordo com a apuração do portal Salário. Quando atinge cargos mais elevados ao longo da carreira, especialmente aqueles que envolvem supervisão de pessoas e projetos, esse profissional chega a receber R$ 12.553,84.

Como é o curso de Engenharia Agrícola?

Com duração de 10 semestres, o curso de Engenharia Agrícola traz matérias que abordam elementos da física, da química e dos processos agrícolas, como ocorre na de Propriedades Físicas dos Produtos Agrícolas, na de Técnicas de Irrigação e na de Transferência de Calor e Massa. O estágio supervisionado também faz parte dos componentes curriculares obrigatórios dessa formação.

Engenharia Florestal

Por último, mas não menos importante, há o ramo de Engenharia Florestal que é focado nos recursos ecológicos, a correta utilização deles e os processos de sustentabilidade empregados para assegurá-los para as próximas gerações. É um campo que tem crescido muito nos últimos anos, justamente por elaborar estratégias da preservação da flora e da fauna (como reflorestamento e manejo de animais) e combater ativamente pragas e incêndios florestais.

Onde o profissional trabalha?

O profissional que se forma nessa área pode atuar no setor da indústria madeireira, em viveiros florestais ou em reservas florestais. Além disso, há a possibilidade de ser concursado e trabalhar em órgãos públicos, especialmente as autarquias federais de fiscalização de recursos naturais.

Quanto ganha quem atua na área?

No Brasil, o engenheiro florestal recém-formado ganha R$ 6.383,45 para uma jornada de trabalho de 41 horas semanais, como aponta os dados do portal Salário. Já com experiência profissional em médias e grandes empresas ele chega a receber R$ 9.776,33. Esse é um segmento que está em constante crescimento salarial desde maio de 2019 e que apresenta um retorno financeiro superior em 19,15% ao que foi registrado em dezembro de 2018.

Como é o curso de Engenharia Florestal?

Assim como os demais cursos listados, o de Engenharia Florestal também tem duração mínima de cinco anos para os ingressantes na faculdade. Ao longo desse período, os alunos têm uma grade curricular com bastante conteúdo ligado à ecologia, à zoologia e à bioquímica, como é o caso da Biologia Vegetal, da Ecofisiologia Florestal e da Patologia Florestal. Já no último ano da graduação eles fazem um estágio supervisionado.

Cursos de Engenharia da UCEFF

Para concluir, vamos falar de alguns dos motivos para você fazer o seu curso de Engenharia na UCEFF. Afinal de contas, a faculdade é a maior e melhor do oeste catarinense — e isso não é para menos. Além de um corpo docente composto por professores especialistas, mestres e doutores na área em que você quer se formar, saiba que está à sua disposição uma estrutura física de ponta.

Há bibliotecas equipadas com computadores e vasto acervo de obras (mais de 13 mil unidades), um Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI), um Núcleo dos Direitos Humanos, um Núcleo de Sustentabilidade, uma clínica odontológica com atendimento sem custo para a comunidade local e ainda diversos laboratórios para o exercício de atividades práticas, como os de:

  • microbiologia, botânica e entomologia;

  • metrologia, resistência e prototipagem;

  • metalografia, tratamento térmico e fundição;

  • elétrica e eletrônica;

  • maquetaria;

  • desenho;

  • concreto, argamassa e solos;

  • bioquímica; processos químicos;

  • química e física;

  • usinagem, soldagem e motores.

Mas não acaba aí, uma vez que a UCEFF investe (e muito) na formação extracurricular dos alunos das Engenharias. Por isso, oferta cursos de extensão de curta duração que diversificam os seus conhecimentos, aprimoram suas habilidades técnicas com softwares e, de quebra, engrandecem o seu currículo para o mercado de trabalho. Abaixo, você confere alguns deles:

  • Solidworks – Módulos I, II, III e IV: esboços 2D e recursos de modelagem básicos, renderizações gráficas e simulações CAE, montagens e detalhamento técnico e recursos de modelagem avançados;

  • Corel Draw X6 básico associado ao CAD e ao SketchUp;

  • Revit avançado;

  • Photoshop;

  • Raio V;

  • Introdução ao Revit.

Como deu para ver, o ramo da Engenharia é muito plural e conta com categorias de trabalho que vão se manter promissoras dentro do mercado por terem influência direta sobre a economia do país. Por isso, é tão importante conhecer a fundo quais são elas para que você possa fazer a melhor escolha para a sua carreira. Além disso, não se esqueça de optar por uma instituição de ensino que realmente impulsione a sua formação e garanta ensino atualizado, com profissionais das melhores Engenharias e infraestrutura de ponta.

Gostou do post e está pensando em dar o próximo passo para entrar na faculdade? Pois não deixe de conferir o nosso e-book especial com cinco questões para avaliar ao escolher uma graduação!

 

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