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Ser um engenheiro sempre foi uma carreira promissora, tanto que é uma das áreas que mais tem ganhado segmentos diferentes ao longo do tempo, na qual cada um tem sua relevância no mercado. Logo, saber quais tipos de Engenharia estão em alta é uma tarefa importante para o estudante que pretende se dedicar a uma carreira relacionada.

Ainda que haja diferenças no trabalho realizado e no mercado com o qual dialogam, é inegável que todas elas requerem do futuro estudante de Engenharia afinidade com cálculo, estatística, física e outras matérias pertinentes ao universo das Exatas.

Pensando em você que ainda está se decidindo, achamos válido reunir as alternativas que estão em destaque em Santa Catarina para informá-lo melhor sobre o assunto. Aproveite e confira o conteúdo a seguir antes de tomar a sua decisão no vestibular!

1. Engenharia civil

Como a maioria dos futuros engenheiros, quem optar pela Engenharia Civil deve se dedicar aos estudos por, pelo menos 5 anos, que geralmente são divididos em 10 semestres.

No início, as disciplinas básicas da Engenharia ajudam a fundamentar a capacitação do aluno, enquanto os anos seguintes são voltados para os tópicos específicos. No caso do curso de Civil, são incluídas matérias como Fundações, Gerenciamento de Obras e Teoria das Estruturas.

Todas essas noções são essenciais para que a pessoa consiga entender a enorme responsabilidade que é trabalhar com construção civil, tornando-se apta para avaliar todas as variáveis envolvidas em um projeto particular ou público. Consequentemente, uma das suas maiores preocupações deve ser a estabilidade e a segurança das obras.

Apesar de ser uma área tradicional e competitiva, o mercado é amplo para o engenheiro civil. As oscilações de emprego ficam por contas das crises econômicas, que geralmente desaquecem o setor.

A boa notícia é que em todo lugar há demanda de trabalho, sobretudo para aqueles que se especializam em segmentos relevantes, como o de saneamento — que ainda é uma carência em muitos locais. Em média, o salário fica em torno de R$ 7.334,46, segundo pesquisa do site Catho.

2. Engenharia de produção

Toda empresa que produz alguma coisa e deseja otimizar os seus processos busca um bom engenheiro de produção. Essa é a formação mais indicada para quem deseja enfrentar esse tipo de desafio e fazer a diferença em um ambiente corporativo.

Para tanto, algumas habilidades devem ser desenvolvidas ao longo do curso, que abrange temas característicos como planejamento estratégico, pesquisa operacional, gerência de manutenção e controle de qualidade.

Por exemplo: é preciso que o profissional tenha uma visão sistêmica da empresa para analisar não só os aspectos financeiros, como também todas as etapas do seu processo produtivo — incluindo prazos, estrutura, mão de obra, materiais, logística e tudo mais.

Na verdade, as possibilidades para o engenheiro de produção não se restringem à indústria. Qualquer tipo de organização pode utilizar os seus conhecimentos para promover melhorias, seja na área da saúde, no comércio ou até em instituições financeiras.

Por ser aplicável a tantos empreendimentos diferentes, a taxa de empregabilidade tende a ser muito favorável. Ao contrário do que se imagina, o cenário de crise é bom para gerar ainda mais a necessidade desse tipo de profissional, no sentido de favorecer a otimização de recursos e estimular a inovação.

Sendo assim, o mercado de trabalho é diverso e bem distribuído, com oportunidades em todas as regiões. O guia de profissões e salários da Catho aponta a média salarial brasileira de R$ 6.228,85, com maior concentração nas regiões Sul e Sudeste.

3. Engenharia mecânica

O profissional que opta por essa Engenharia precisa estar ciente e preparado para executar funções em sistemas mecânicos, como fazer manutenção em máquinas, desenvolver equipamentos, coordenar projetos industriais etc.

Não por acaso, sua grade curricular apresenta tópicos como Automação e Controle, Resistência dos Materiais e Elementos de Máquinas. As ofertas de trabalho estão predominantemente na indústria, especialmente de metalurgia, automóveis e eletroeletrônica.

De toda forma, o engenheiro mecânico é um grande contribuinte para o desenvolvimento econômico do país, participando da projeção de carros e aviões ou até da extração de petróleo. Diante disso, o cenário é amplo e promissor, com média salarial de R$6.826,02.

4. Engenharia elétrica

A energia e todo o universo relacionado a ela é outro foco estudado pela Engenharia. Assim, o curso de Elétrica é destinado a capacitar o aluno para cuidar desde a geração, passando pela transmissão e chegando até a distribuição de energia elétrica, além de todos os tipos de instalações e equipamentos possíveis.

Um dos setores que mais empregam esse tipo de engenheiro é o de Telecomunicações, sendo que a busca pelo desenvolvimento de energias renováveis é outro caminho que tem atraído muitos investimentos.

Há oportunidades tanto no setor privado quanto no público — em secretarias, ministérios e agências. Estima-se que um engenheiro eletricista ganhe cerca de R$ 6.788,09 no Brasil, com boas possibilidades de ascensão.

5. Engenharia química

Quem gosta de estudar Química também consegue aliar a matéria à profissão de engenheiro. Para isso, é preciso fazer o curso de Engenharia Química, que estuda coisas como resistência dos materiais, termodinâmica, processos industriais, entre outras.

A partir de então, o profissional deve lidar com as atividades (normalmente em escala industrial) que envolvam algum tipo de transformação físico-química para a obtenção de um produto, a exemplo do petróleo ou de algum tipo de tecido.

Além disso, pode ajudar a desenvolver equipamentos, pesquisar tecnologias, gerenciar projetos, coordenar uma estação de tratamento, gerir uma usina, dar aulas, prestar consultorias etc. — o que significa que seu campo de atuação é bastante vasto.

As maiores demandas por engenheiros químicos costumam vir de setores variados da indústria, como têxtil, petroquímico, de polímeros, agroindustrial, alimentício, cosmético, de combustíveis e farmacêutico. Outras oportunidades em destaque estão ligadas ao meio ambiente, sobretudo nas questões de eficiência energética e preservação ambiental.

No Brasil, o estado de São Paulo concentra as ofertas por contar com a maior parcela das fábricas de produtos químicos do país, mas a região Sul/Sudeste também é forte. De acordo com a pesquisa da Catho, a média salarial atualmente é de R$ 5.848,61.

6. Engenharia ambiental

Sem dúvidas, um dos assuntos em evidência nos últimos anos é o meio ambiente. Felizmente, parece que a preocupação das pessoas em preservar o planeta tem crescido pouco a pouco rumo a um desenvolvimento mais sustentável.

Nesse sentido, a função da Engenharia Ambiental é tentar reduzir os impactos causados na natureza, oferecendo soluções mais conscientes. Por exemplo: os objetivos do engenheiro devem girar em torno de controlar a emissão de poluentes, administrar os resíduos e recuperar danos já existentes.

Os profissionais especializados na área encontram espaço em empresas, instituições do governo, ONGs, laboratórios de pesquisa e até como consultores autônomos. Inicialmente, ganham uma média de R$ 6.193,93, o que pode aumentar significativamente dependendo do tamanho dos projetos de que participa.

7. Engenharia de computação

Pensar em profissões relacionadas à tecnologia faz total sentido na realidade em que vivemos. Nesse contexto, o estudante que escolhe Engenharia de Computação tem um caminho com grandes chances de sucesso pela frente.

Durante o curso, todos aprendem o necessário para que se habilitem a desenvolver e planejar hardwares e softwares. Assim, atuam na criação e no gerenciamento de sistemas e de novas tecnologias, colaboram para desenvolver novos produtos e realizam também tarefas associadas à rede de computadores.

Para os que gostam de programação também é uma ótima opção. Após concluí-lo, é possível atuar em pequenas, grandes e médias empresas de sistemas de informação, automação, telecomunicações e no setor eletrônico. No Brasil, outros locais que se destacam são aqueles que têm relação com a extração petroleira e mineração.

Segundo o Guia de Profissões, a média salarial de um profissional em nível intermediário pode se aproximar de R$ 5 mil ao mês. Interessante, não?

8. Engenharia de alimentos

Indo ainda mais além nos campos e tipos de Engenharia, há a de Alimentos, comprometida com todas as etapas pelas quais nossa comida é produzida, armazenada, transportada e distribuída.

A esse profissional, então, fica o importantíssimo papel de avaliar a qualidade da indústria alimentícia. O engenheiro de alimentos pode atuar em empresas do setor alimentar, órgãos governamentais de vigilância, laboratórios, centros de pesquisa e em franquias de fast-food.

Em Santa Catarina, o mercado merece atenção especial devido à forte atividade pecuária, que dialoga com a produção de carne em frigoríficos em operações que requerem cuidados e fiscalização.

Hoje, além disso, a área toma destaque em todo o Brasil. Segundo dados da Associação Brasileira das Indústrias de Alimentos, ABIA, essas empresas tiveram, em 2018, um faturamento superior a R$ 650 bilhões de reais. Ou seja, mais de 6% do produto interno bruto brasileiro.

De acordo com o Guia de Carreira, quem está começando nesse mercado pode ganhar em torno de R$ 3.000. Para os profissionais intermediários, a média se eleva até R$ 10.000. Nada mal, certo? Já as opções, independentemente do setor escolhido, não faltam.

Ficou empolgado diante da oportunidade de conhecer mais sobre sua área favorita? Para finalizar, um detalhe que não pode ser deixado de lado é que todo engenheiro formado precisa fazer o seu registro no Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA) do seu estado para exercer a profissão de forma correta.

Hoje, conforme informações de transparência do CREA-SC, há mais de 60.000 profissionais de Engenharia ativos no estado.

Por isso, é fundamental contar com um diploma de uma instituição de ensino de qualidade e reconhecida pelo MEC (Ministério da Educação). Antes da decisão final, avalie bem as opções, conheça grade curricular, converse com ex-alunos e reflita, principalmente, sobre as questões que forem mais relevantes ao seu caso. Assim, há muito menos chances de se arrepender!

Gostou de conhecer melhor os tipos de Engenharia que estão em alta? Entender em detalhes o mercado de trabalho e as áreas estudadas em cada caso podem ajudar você a tomar a melhor opção para seu futuro. Sendo assim, é imprescindível se manter atualizado e compreender as dinâmicas das vertentes dessa carreira.

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