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É graduado em Ciências Agrárias (Engenharia Agronômica, Gestão do Agronegócio, Zootecnia, etc) ou Biológicas e deseja voltar a estudar, se profissionalizar cada vez mais e crescer no seu plano de carreira? Então, se especializar em produção vegetal é o caminho ideal para você! Mas por que investir em uma pós-graduação nessa área?

Hoje, o agronegócio é um dos principais motores da economia brasileira, representando, segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, 23% a 24% do Produto Interno Bruto (PIB) do país. Além disso, o setor desempenha um importante papel social no abastecimento das famílias brasileiras e na geração de empregos.

Apesar dessas grandes conquistas, no entanto, o agronegócio no Brasil também enfrenta diversos desafios, como reduzir custos e aumentar a produção de modo sustentável — tudo isso com o auxílio da tecnologia. Por esse motivo, é fundamental que os profissionais da área se atualizem e aprofundem seus conhecimentos.

Em seguida, vamos apresentar alguns motivos para você se especializar em produção vegetal, incluindo a importância do agronegócio para a economia brasileira, as principais características do mercado de trabalho nessa área e os motivos para voltar às salas de aula. Confira!

Agronegócio: a importância para a economia brasileira

O agronegócio constitui um supersetor econômico — engloba as áreas de produção básica, insumos para a agropecuária (sementes, fertilizantes e medicamentos), agroindústrias (processamento de produtos vegetais e leite) e agrosserviços (beneficiamento, distribuição e comercialização).

Assim, proporciona um grande campo de atuação para os profissionais. Se você deseja construir uma carreira no agronegócio, no entanto, é necessário entender, primeiramente, a importância desse setor para a economia brasileira. Vamos lá?

Participação no PIB

No Brasil, o uso do prefixo “super” para falar de agronegócio refere-se não somente ao tamanho desse setor, mas também ao papel fundamental que ele exerce na economia do país.

Como mencionamos, a participação do agronegócio no PIB brasileiro é muito significativa — de 23% a 24%. Veja só este exemplo: em 2017, após dois anos de retração, o crescimento do PIB foi de 1% — o agronegócio, sozinho, avançou 13%. Em comparação, o setor de serviços cresceu apenas 0,3%.

Exportações

Além disso, no mesmo ano, o agronegócio foi responsável por 44,1% das exportações brasileiras, somando US$ 96,01 bilhões. Outro dado relevante é que sete dos 10 produtos mais exportados pelo país nesse período eram de origem agropecuária: açúcar, café, carne bovina, celulose, farelo de soja, frango e soja.

Geração de empregos

Mas não é somente a economia de exportação que se beneficia com o agronegócio. O setor também possui grande importância no abastecimento das famílias brasileiras e na geração de empregos.

Segundo dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (CEPEA-Esalq), em 2016, o agronegócio empregava 19 milhões de pessoas no Brasil, representando 20% dos postos de trabalho no país.

Agricultura familiar

Nesse cenário, o grande destaque é a agricultura familiar, responsável por 11,5 milhões dos trabalhadores citados acima e 70% dos alimentos consumidos pelos brasileiros. Entre os principais alimentos produzidos pelo pequeno agricultor, estão: carne suína, feijão, frango, leite, mandioca e milho.

Tecnologia e sustentabilidade

Hoje, uma das maiores tendências do setor do agronegócio é o uso da tecnologia para reduzir custos e aumentar a produção de modo sustentável — com menos impactos sobre o meio ambiente e sem a necessidade de incorporar novas áreas.

Por meio de modelos de administração mais eficientes e técnicas inovadoras de manejo do solo, a agricultura brasileira vem se transformando cada vez mais. Conheça a seguir as técnicas e estratégias mais utilizadas para alcançar a sustentabilidade no campo!

Plantio direto

No sistema de plantio direto, os restos vegetais de culturas anteriores são mantidos no solo, garantindo-lhe maior proteção e uma diminuição de custos com o preparo da lavoura. Como a erosão e a compactação do solo são reduzidas, não há necessidade, por exemplo, de aração. Além disso, com a terra enriquecida pela matéria orgânica, diminui-se a quantidade de fertilizantes utilizados.

Rotação de culturas

O principal objetivo da rotação de culturas é evitar a perda de nutrientes que leva à exaustão do solo, promovendo, a cada ciclo, a variação das necessidades de adubação. Com isso, é possível evitar doenças e pragas, aumentar a produção e minimizar os impactos ao meio ambiente.

Agricultura de precisão

A agricultura de precisão utiliza GPS e sensores acoplados aos equipamentos agrícolas para mapear a lavoura e entender a variabilidade do solo. Dessa forma, permite o máximo aproveitamento do seu potencial fértil e uma dosagem mais precisa de fertilizantes e defensivos agrícolas.

Investimento em tecnologias e equipamentos

Investir em tecnologias e equipamentos é umas melhores formas de maximizar a produção e facilitar o trabalho do produtor rural. Como exemplos de inovações tecnológicas, podemos citar as máquinas automatizadas, que dispensam operadores, e os drones, que ajudam a visualizar melhor a lavoura.

Uso de abelhas para potencializar a polinização

Usar abelhas na lavoura, especialmente as nativas sem ferrão, como a jandaíra (Melipona subnitida), a jataí (Tetragonisca angustula) e a uruçu (Melipona scutellaris), contribui não somente para potencializar a polinização, mas, também, para a conservação dessas espécies.

Agora que você já sabe a importância do agronegócio para a economia brasileira, pode estar se perguntando: qual a função da produção vegetal nesse contexto? Ou então: como o estudo pode contribuir para o desenvolvimento do setor agropecuário no Brasil? Continue a leitura para descobrir!

O estudo da produção vegetal

A produção vegetal é um ramo das Ciências Agrárias que estuda técnicas de produção e manejo de culturas — especialmente daquelas de interesse econômico, como milho, soja e trigo. Dessa forma, os principais objetivos dos estudos nessa área são otimizar a utilização de recursos e aumentar a produtividade e rentabilidade da produção vegetal.

No caso da agricultura familiar, o estudo é focado nas culturas de interesse dos pequenos agricultores. Assim, possibilita a melhoria da produtividade e  o desenvolvimento de produtos seguros e de qualidade, o acesso ao mercado, o aumento da renda do agricultor e o abastecimento da população.

Portanto, podemos dizer que a produção vegetal constitui uma área de estudo e atuação profissional muito abrangente, contemplando diversas subáreas. Veja a seguir algumas delas!

Fertilidade do solo

Nesta área, são abordados os aspectos relacionados ao manejo e uso do solo que afetam a sua disponibilidade de nutrientes. Além disso, são estudadas técnicas de avaliação, construção e manutenção da fertilidade, como calagem, adubação orgânica e uso de fertilizantes.

Forragicultura

A forragicultura é a ciência que estuda as plantas forrageiras, geralmente gramíneas e leguminosas, assim como suas interações com os animais, o solo e o meio ambiente. Também são abordadas técnicas de manejo de pastagens e de conservação de forragem (fenação e silagem).

Fruticultura

A área de fruticultura contempla as principais técnicas de implantação e manejo de pomares, incluindo possibilidades de cultivo em função do clima e do solo, ação de fitormônios, tratos culturais, monitoramento de viveiros, semeadura e plantio etc.

Gênese do solo

Esta área em questão estuda, basicamente, a origem dos diversos tipos de solos, contemplando sua composição e fatores de formação, como perfis, horizontes e camadas.

Grandes culturas

Nesta área são estudadas as técnicas de produção e manejo de grandes culturas comerciais, desde o preparo solo até a colheita, beneficiamento e comercialização dos produtos. Entre as principais culturas abordadas, estão: algodão, arroz, café, cana-de-açúcar, feijão, mandioca, milho, soja e trigo.

Manejo de pragas e plantas daninhas

Interferências causadas por ervas daninhas nas plantas cultivadas é o foco desta área. As principais técnicas de manejo de pragas e os mecanismos de ação dos herbicidas, além de tecnologias de aplicação e impactos ambientais são outros temas associados. 

Melhoramento genético de plantas

Na área de melhoramento são estudados os métodos de modificação genética de plantas visando à resistência a insetos, doenças e condições adversas. Também são abordadas questões sobre a variabilidade genética e a importância da sua conservação.

Microbiologia do solo

Nesta área, são estudados os processos bioquímicos e a ecologia da microbiota dos solos, incluindo seus efeitos no crescimento das plantas. São abordados os ciclos dos elementos, as propriedades da matéria orgânica e do húmus e as aplicações da biotecnologia do solo na conservação dos recursos naturais e na agricultura sustentável.

Nutrição de plantas

A área de nutrição de plantas aborda, principalmente, as funções dos nutrientes no metabolismo vegetal e os sintomas de sua deficiência. Também são estudados os mecanismos de absorção e transporte de nutrientes e água.

Produção de sementes

Nesta área, são abordadas todas as etapas de produção de sementes, incluindo colheita, secagem, beneficiamento, armazenamento e comercialização. Além disso, estuda-se a composição química, dormência, deterioração e vigor das sementes e a fisiologia da germinação.

Para conquistar espaço no mercado de trabalho em produção vegetal, é fundamental que os profissionais estejam sempre atualizados e aprimorem seus conhecimentos sobre os recursos que podem ser utilizados nessa área. Quer conhecer um pouco mais sobre esse mercado? Então continue a leitura!

O mercado de trabalho em produção vegetal

Como já afirmamos, as possibilidades de atuação na área de produção vegetal são as mais diversas. Os profissionais podem, por exemplo, trabalhar diretamente com produtores, cerealistas e cooperativas ou desempenhar funções técnicas e administrativas em empresas públicas e privadas. Saiba mais sobre essas opções a seguir!

Produtores e cerealistas

Considerando que existem aproximadamente 5,07 milhões de estabelecimentos agropecuários no Brasil, não é difícil imaginar que a oferta de empregos nessa área seja grande. Muitos produtores e cerealistas contratam mão de obra especializada visando aumentar e modernizar sua produção. Por isso, trabalhar diretamente com eles é uma boa opção.

Cooperativas

Nas cooperativas agrícolas, produtores rurais se juntam para exercer suas atividades de forma coletiva, possibilitando um atendimento melhor ao mercado consumidor e facilitando o escoamento de seus produtos.

A maioria das cooperativas possui uma equipe técnica para dar assistência aos produtores rurais. Dessa forma, oferecem boas oportunidades de trabalho para profissionais especializados em produção vegetal.

Empresas privadas

Com a consolidação do Brasil no agronegócio, pós-graduados em produção vegetal são rapidamente absorvidos por multinacionais e, também, nacionais do ramo, podendo atuar tanto no Brasil como nos Estados Unidos e na Europa. Veja alguns exemplos de empresas que se destacam nesse setor:

  • Bayer, que desenvolve soluções contra doenças e pragas em cultivos, como desfolhantes, fungicidas, herbicidas, inseticidas, reguladores e sementes;

  • Bunge, que atua no ramo de alimentos (arroz, atomatados, azeite, farinhas, maionese, margarina, milho, misturas para bolos, óleos, soja e trigo) e bioenergia;

  • Cargill, cujas principais áreas de atuação são o processamento e distribuição de grãos e a produção de alimentos, ração animal, ingredientes para alimentos processados e produtos farmacêuticos;

  • Heringer, que produz fertilizantes;

  • Syngenta, especializada em sementes e produtos químicos voltados para o agronegócio.

Empresas públicas

Além disso, empresas públicas ligadas ao setor agropecuário também são opções interessantes para quem deseja construir uma carreira na área, como:

  • Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB);

  • Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA);

  • Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (EPAMIG);

  • Empresa de Pesquisa Agropecuária do Estado de Alagoas (EPEAL);

  • Empresa de Pesquisa Agropecuária do Estado do Rio de Janeiro (PESAGRO-RIO);

  • Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN);

  • Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (EPAGRI).

A EMBRAPA, que completou 45 anos em 2018, é reconhecida como uma das principais instituições de pesquisa agropecuária, contribuindo de maneira efetiva para o desenvolvimento do setor no Brasil.

Conheça a seguir algumas das unidades da empresa e suas principais linhas de pesquisa, de acordo com informações disponíveis no site da instituição:

  • EMBRAPA ACRE, que realiza pesquisas relacionadas às culturas alimentares do extremo oeste brasileiro, incluindo produção florestal, pecuária sustentável, áreas degradadas, fruticultura e plantas nativas agroindustriais;

  • EMBRAPA AGROBIOLOGIA, cujos estudos se concentram nas áreas de fixação biológica de nitrogênio, agricultura orgânica e áreas degradadas;

  • EMBRAPA AGROENERGIA, que estuda processos de transformação, conservação e utilização de energia de biomassa;

  • EMBRAPA AGROINDÚSTRIA TROPICAL, cujas pesquisas abrangem melhoramento vegetal, segurança dos alimentos, gestão ambiental, pós-colheita e processos agroindustriais;

  • EMBRAPA AGROINDÚSTRIA DE ALIMENTOS, que foca suas pesquisas na qualidade e segurança dos alimentos, agregação de valor à matéria-prima e produtos da agroindústria;

  • EMBRAPA AGROPECUÁRIA OESTE, que pesquisa temas como sistemas integrados de produção, zoneamento de riscos climáticos e sanidade e nutrição de organismos aquáticos;

  • EMBRAPA ALGODÃO, que atua na geração de tecnologias, produtos e serviços para as culturas de algodão, amendoim, gergelim, mamona, pinhão-manso e sisal;

  • EMBRAPA ALIMENTOS E TERRITÓRIOS, que realiza pesquisas nas áreas de segurança alimentar, nutrição e saúde;

  • EMBRAPA AMAPÁ, que atua por meio da geração de tecnologias nas áreas de Agricultura e Pesca, Conservação e Uso dos Recursos da Biodiversidade, Proteção de Plantas, Sistemas Sustentáveis de Produção Agropecuária e Recursos Florestais;

  • EMBRAPA AMAZÔNIA OCIDENTAL, cujos estudos abrangem aquicultura, culturas alimentares e agroindustriais, plantas medicinais e condimentares, olericultura, silvicultura, manejo florestal, sistemas agroflorestais e fruticultura;

  • EMBRAPA AMAZÔNIA ORIENTAL, que estuda a biodiversidade da Amazônia, contando com um herbário com mais de 180 mil plantas e uma coleção entomológica de 32 mil espécimes;

  • EMBRAPA ARROZ E FEIJÃO, que pesquisa produtos e desenvolve tecnologias como o Arroz Primavera e o Feijão Pérola;

  • EMBRAPA CAFÉ, que coordenada o maior programa de pesquisa na área de cafeicultura do mundo;

  • EMBRAPA CERRADOS, cujas pesquisas visam assegurar a qualidade ambiental sustentável do Cerrado brasileiro;

  • EMBRAPA CLIMA TEMPERADO, que desenvolve tecnologias para os agrossistemas da região sul do Brasil, incluindo o arroz e frutas de clima frio;

  • EMBRAPA COCAIS, cujas pesquisas são focadas no desenvolvimento de tecnologias para Sistemas Integrados de Baixo Impacto e para Cadeias Produtivas das Palmeiras Nativas;

  • EMBRAPA FLORESTAS, que desenvolve pesquisas com foco no setor florestal brasileiro, incluindo o aumento da oferta de produtos florestais no mercado e a conservação do meio ambiente;

  • EMBRAPA HORTALIÇAS, que pesquisa produtos visando à eficácia e à competitividade do agronegócio de hortaliças;

  • EMBRAPA INFORMÁTICA AGROPECUÁRIA, que desenvolve projetos em tecnologia de informação aplicada ao agronegócio, incluindo bioinformática e agroclimatologia;

  • EMBRAPA INSTRUMENTAÇÃO, que atua no desenvolvimento de tecnologia de instrumentação para o agronegócio, como equipamentos, sensores e máquinas;

  • EMBRAPA MANDIOCA E FRUTICULTURA, que realiza pesquisas com abacaxi, acerola, banana, citros, mamão, mandioca, manga, maracujá e umbu-cajá;

  • EMBRAPA MEIO AMBIENTE, que busca conciliar as demandas dos sistemas produtivos com as necessidades de preservação ambiental e conservação dos recursos naturais;

  • EMBRAPA MILHO E SORGO, que atua no desenvolvimento de cultivares de milho, sorgo e milheto;

  • EMBRAPA RECURSOS GENÉTICOS E BIOTECNOLOGIA, que integra pesquisas nas áreas de recursos genéticos, biotecnologia, controle e segurança biológica;

  • EMBRAPA SOJA, cujas pesquisas estão concentradas na soja tropical, desenvolvendo métodos para amenizar os impactos climáticos na produção;

  • EMBRAPA SOLOS, que atua na área de solos tropicais, promovendo medidas preventivas de riscos ambientais relacionados ao uso inadequado do solo e da água.

Sociedades de economia mista

As sociedades de economia mista vinculadas ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento também são opções para quem deseja trabalhar com produção vegetal, como:

  • Central de Abastecimento de Minas Gerais S.A. (CEASA/MG);

  • Companhia de Armazéns e Silos do Estado de Minas Gerais (CASEMG);

  • Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (CEAGESP).

Carreira acadêmica

Outra opção para os profissionais especializados em produção vegetal é a carreira acadêmica. No entanto, para saber se você deve apostar nela ou não, é necessário, primeiramente, analisar a sua formação — se você cursou pós-graduação ou MBA, por exemplo.

As pós-graduações do tipo lato sensu, divididas em especialização e MBA, são mais indicadas para pessoas que já atuam no mercado de trabalho e estão em busca de melhores colocações e oportunidades. No caso do MBA, o foco são as carreiras relacionadas à administração e aos negócios.

Já na modalidade stricto sensu, as pós-graduações correspondem aos cursos de mestrado e doutorado — que, aí sim, são ideais para quem deseja construir uma carreira acadêmica, ministrando aulas e pesquisando.

Como você pode perceber, o melhor caminho para trabalhar com produção vegetal é fazer uma especialização na área. Ainda tem dúvidas sobre por que você deve seguir esse caminho? Então continue a leitura e entenda os motivos para fazer uma pós-graduação nesse campo!

Motivos para fazer uma pós-graduação em produção vegetal

Aquisição de novas habilidades e conhecimentos

Cursar uma pós-graduação em produção vegetal, especialmente na modalidade especialização, é uma das maneiras mais eficientes de ampliar seus horizontes de mercado, adquirir novas habilidades e conhecimentos para melhorar sua atuação profissional e aprender mais sobre as funções técnicas de empresas da área.

Melhores oportunidades de trabalho

Além disso, a pós-graduação pode proporcionar a você melhores oportunidades de trabalho, incluindo cargos de liderança e remunerações mais altas — sim, pós-graduação e aumento de salário estão diretamente relacionados!

Realização pessoal

No campo pessoal, existem ainda outros motivos para fazer uma pós-graduação, como conhecer pessoas novas (e, com isso, ampliar o seu networking), sentir-se realizado e aprender — afinal, adquirir conhecimento é um investimento que trará benefícios para a vida toda.

E então, está decidido a construir uma carreira de sucesso no agronegócio? Sendo esse um dos setores mais importantes da economia brasileira, com grande participação no PIB e nas exportações do país, a oferta de empregos para os profissionais da área tende a crescer cada vez mais. Para se consolidar nesse mercado, o melhor caminho é, com certeza, se especializar em produção vegetal.

Como mencionamos, esse ramo das Ciências Agrárias estuda técnicas de produção e manejo de culturas e inclui as seguintes subáreas: fertilidade do solo, forragicultura, fruticultura, gênese do solo, grandes culturas, manejo de pragas e plantas daninhas, melhoramento genético de plantas, microbiologia do solo, nutrição de plantas e produção de sementes.

Como profissional da área, você pode atuar com produtores, cerealistas e cooperativas ou trabalhar em empresas públicas (Companhia Nacional de Abastecimento, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária e Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais) e privadas (Bayer, Bunge, Cargill, Heringer, Syngenta etc.), desempenhando funções técnicas e administrativas.

São muitas as possibilidades, não é mesmo? Portanto, se quiser alcançar seu objetivo profissional, aprofundar seus conhecimentos teóricos e práticos, melhorar sua performance, receber um aumento e até alcançar cargos de liderança, não deixe de se especializar.

Ficou interessado? Então, que tal conhecer um curso de pós-graduação sério e de qualidade na área de produção vegetal? Entre em contato com a UCEFF e dê o primeiro passo rumo a uma vida profissional de sucesso!

 

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