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Um profissional formado em Engenharia de Produção é responsável por planejar a utilização de recursos e diminuir os custos da produção de bens em uma empresa ou indústria. Seu foco está em melhorar o desempenho econômico dessas organizações sem se descuidar da sustentabilidade. Mas isso você já deve saber.

O que você ainda não sabe é que essa carreira também reúne diversas curiosidades que podem mudar a sua visão sobre a profissão. Quer saber quais são? Continue lendo o nosso post!

1. A Engenharia de Produção existe desde o século XIX

Mesmo com uma demanda relativamente nova, a Engenharia de Produção já existe desde a Revolução Industrial, no século XIX.

Nesse período, o crescimento das indústrias impulsionou a produção de objetos, alimentos e subsídios em larga escala — a preços muito mais baratos do que os produzidos artesanalmente. No entanto, nem sempre essa produção era eficiente, exigindo, assim, um profissional voltado apenas para atender as necessidades desse segmento.

Aqui no Brasil, a primeira graduação na área só foi criada em 1957 com a chegada das grandes multinacionais. Hoje, o país é uma referência mundial em qualidade industrial e inovação tecnológica, principalmente quando se trata da exploração de petróleo.

2. A profissão é uma das mais bem pagas do Brasil

A Engenharia de Produção está entre as profissões mais bem pagas do Brasil, com salários que podem chegar a R$ 4 mil para os engenheiros que estão apenas começando.

De acordo com o site de empregos Catho a média salarial da profissão é de R$ 6.228,85, mas esse valor pode variar com o cargo exercido e com a carga horária. Profissionais em cargos de gerência e coordenação, por exemplo, podem ter uma remuneração de mais de R$16 mil.

Os estagiários da área também não ficam para trás: a média nacional para os estudantes universitários varia entre R$1.084,57 até R$1.919,00 — valor pago para os trainees.

3. Não é formada apenas por matérias exatas

Quem pensa que o curso de engenharia é formado apenas por matérias de ciências exatas está enganado. A Engenharia de Produção, por exemplo, foi criada com base na grade curricular do curso de Administração e até hoje utiliza os conceitos técnicos e as habilidades da gestão.

O estudante da área terá que passar por cinco anos de graduação e estudar temas comuns às engenharias, como computação, raciocínio lógico e cálculo, mas também terá uma formação complementar para resolver problemas e enfrentar desafios, com disciplinas na área de gestão financeira, de pessoas e de qualidade.

Além de fazer o curso superior em uma instituição reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC), para exercer a profissão é necessário obter registro no CREA — Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia — no estado onde você atuará.

4. É a mais completa das engenharias

A Engenharia de Produção é considerada a mais completa das engenharias, com oportunidades para diversos perfis profissionais em diversas atividades — desde os processos de produção até a gestão.

Além de lidar com máquinas e sistemas, o engenheiro de produção pode atuar diretamente com consultoria e relações trabalhistas, transformando um ambiente improdutivo em um local motivador e com qualidade de trabalho.

Outro fator atrativo é que essa engenharia não se limita apenas às indústrias. O curso possui uma formação técnica que permite a atuação em diversos setores — e uma visão empreendedora ideal para quem quer abrir o próprio negócio.

Dentre as suas subdivisões mais comuns estão:

  • Engenharia de Produção Civil

  • Engenharia de Produção Mecânica

  • Engenharia de Produção Elétrica

  • Engenharia de Produção Agroindustrial

  • Engenharia de Produção de Software

  • Engenharia de Produção Química

  • Engenharia de Produção de Tecnologias Ecológicas

  • Engenharia de Produção Metalúrgica

5. Quase toda grande empresa precisa de um engenheiro de produção

Toda empresa que possui uma linha de produção precisa de um engenheiro de produção capaz de gerenciar as linhas produtivas e equilibrar os custos — principalmente as multinacionais. A importância dessa área é tão grande quanto o alcance da atuação desse profissional.

Ele pode definir toda a estrutura da organização, analisando os seus recursos, desenvolvimento de produtos e serviços além da vida financeira do negócio. Também é o engenheiro quem planeja e controla toda a produção — da seleção de matérias-primas até a distribuição.

Outro campo de atuação para os graduados na área é a Engenharia do Trabalho. Nela é possível atuar com o gerenciamento dos recursos humanos necessários para que a fabricação de produtos ou prestação de serviços seja bem-sucedida.

6. O mercado de trabalho é muito receptivo ao engenheiro de produção

Graças à sua forte grade curricular, a Engenharia de Produção possui um mercado de trabalho muito variado e receptivo.

De acordo com a Associação Brasileira de Engenharia de Produção (Abepro), além das indústrias mecânica, siderúrgica, química, civil, de alimentos e do petróleo, os profissionais graduados podem atuar na área financeira, em serviços de órgãos públicos e em empresas privadas de diversos setores.

7. O estágio para os engenheiros é obrigatório

Para atuar profissionalmente, além de um registro no CREA, o estudante precisa ter experiência na área — sendo obrigatório o estágio até o fim da graduação. Normalmente, os estudantes podem começar a se profissionalizar a partir do quinto semestre.

As empresas privadas são as que mais oferecem vagas para estágios ao longo do ano. É importante encontrar uma oportunidade que lhe permita conciliar a graduação com o trabalho.

Nesse período, também é aconselhável buscar qualificações essenciais para a área, como um curso de inglês e conhecimentos em tecnologia.

8. A profissão continuará em alta nos próximos anos

A Engenharia de Produção é a que oferece mais oportunidades para os profissionais da área, o que torna a procura de estudantes por essa graduação muito alta — cerca de 40 mil engenheiros são formados anualmente no Brasil.

A boa notícia é que apesar da grande concorrência, a carreira seguirá em alta nos próximos anos, porque ainda falta mão de obra qualificada para as necessidades do mercado.

Exemplo disso é um relatório do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Segundo o estudo, as empresas contratarão de 600 mil a 1,15 milhão de novos engenheiros até 2020. Por ser fundamental em vários setores da economia, como mostrado neste post, o engenheiro de produção é um dos mais requisitados para atender a toda essa demanda.

E você, pensa em se graduar e se tornar um profissional da Engenharia de Produção? Então, entre em contato conosco no Facebook e tire suas dúvidas sobre essa e outras áreas da engenharia.

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